O dólar mantém viés de queda nesta quinta-feira, 5, com a perspectiva de vitória apertada de Joe Biden na corrida pela Presidência dos Estados Unidos. Na última atualização, o democrata estava a 17 delegados eleitorais de ser eleito o novo presidente da maior economia do mundo. Próximo das 14h30, o dólar apresentava recuo de 1,56%, cotado a R$ 5,564. Na máxima, a divisa norte-americana bateu R$ 5,629. A moeda norte-americana chegou a valer R$ 5,542 na mínima do dia, repetindo a tendência de baixa acompanhada desde o início da semana. Nesta quarta, 4, o dólar fechou a R$ 5,652, queda de 1,89%. Seguindo o bom humor nos mercados internacionais,o Ibovespa opera em forte alta e chegou a ultrapassar a marca dos 100 mil pontos. Às 13h48, o principal índice da bolsa de valores brasileira bateu 100.330 pontos. Próximo das 14h30, o índice recuava para 99.542, com avanço de 1,72%.

Na semana passada, a moeda norte-americana chego a bater R$ 5,086 em meio à instabilidade do pleito presidencial e os impactos da volta do isolamento social em partes da Europa para conter o avanço da segunda onda do novo coronavírus. Desde a abertura das urnas, na terça, 3, a atenção dos investidores está voltada para a disputa pela Casa Branca. O ex-vice de Barack Obama lidera, com uma margem muito apertada, nos Estados de Arizona e Nevada. Caso leve os dois estados, ele chegará exatamente aos 270 delegados necessários para garantir a eleição. Nesta quarta-feira, o democrata levou dois decisivos estados do cinturão da ferrugem: Michigan e Wisconsin. Após a vitória de Biden nas duas localidades, o gerente da campanha de  Donald Trump, Bill Stepien, afirmou que pedirá a recontagem de votos, alegando possível fraude eleitoral. Enquanto isso, na Pensilvânia e Carolina do Norte Donald Trump segue na dianteira. Na Geórgia, estado com 98% dos votos apurados e vantagem republicana, a diferença diminuiu mais de 22 mil votos, o que pode possibilitar uma virada democrata. Acompanhe a apuração das eleições dos Estados Unidos ao vivo aqui.