A Justiça rejeitou o da campanha de Donald Trump para que a apuração no estado de Michigan fosse interrompida e que houvesse revisão de parte dos votos. Com isso, o candidato à reeleição à presidência dos Estados Unidos sofreu sua segunda derrota judicial. Horas antes, um juiz na Georgia rejeitou o pedido de Trump de invalidar votos que teriam sido emitidos fora do prazo. Com isso, Trump tenta desafiar a apuração e tentar aumentar o acesso dos fiscais do partido em estados-chave para a corrida presidencial. Em Michigan, as projeções de diversos veículos de imprensa colocam o adversário de Trump, Joe Biden, como ganhador. O estado corresponde a 16 delegados do colégio eleitoral, que estão sendo cruciais para a vantagem do democrata no momento. Durante audiência sobre o caso, a juíza Cynthia Stephens, do Tribunal de Apelações de Michigan, afirmou que iria descartar o pedido dos republicanos, dizendo que a declaração era “baseada em rumores”.

Na Pensilvânia, entretanto, a campanha do republicano conseguiu uma vitória e ampliou o acesso de membros do partido aos locais de votação, sem interferir na contagem ou invalidar votos. O pedido de Trump também queria revisão de “cédulas abertas e contadas” enquanto a campanha não tinha um acesso maior. No estado, Trump  vem assistindo sua vantagem sobre Biden, que chegou a ser de mais de 600 mil votos, cair para menos de 100 mil na reta final da apuração.

*Com informações da EFE