Açúcar ou adoçante? As duas possibilidades são questionadas por todos aqueles que adoçam os alimentos. O empresário Weber Micael da Silva comenta que, apesar de cada vez mais pessoas escolherem a segunda opção por a considerarem mais saudável, ainda há dúvidas quanto ao consumo deste produto. 

Assim, o empresário Weber Micael da Silva reuniu as principais perguntas que englobam a temática do uso de adoçante com intuito de saná-las da melhor maneira possível. 

Quem deve consumir adoçantes?

Os adoçantes foram criados para atender dois grupos específicos: diabéticos e obesos, por conter baixo índice glicêmico. Weber Micael da Silva comenta que, cada vez mais, o adoçante é adotado como meio de adocicar os alimentos consumidos por pessoas fora dessa clientela e que conhecem os malefícios do açúcar. Contudo, para realizar uma substituição adequada, é ideal consultar um nutricionista e ter consciência do uso moderado de edulcorantes. 

Quais as contraindicações?

Alguns adoçantes são contraindicados para pacientes com determinadas questões. Weber Micael da Silva cita, por exemplo, que, pessoas com fenilcetonúria não devem consumir o aspartame por ser uma fonte rica em fenilalanina (aminoácidos que essas pessoas não conseguem metabolizar). Há também o acessulfame K que é contraindicado para pessoas que precisam diminuir o consumo de potássio devido a problemas renais. 

O adoçante auxilia na perda de peso?

Pode-se dizer que sim, porém, somente quando combinado com hábitos alimentares adequados e com a prática de exercícios físicos. Weber Micael da Silva ressalta que o adoçante possui baixo valor calórico, o que colabora no processo de emagrecimento, quando outras práticas atuam em conjunto. 

Crianças e grávidas podem consumir adoçante?

Por fim, Weber Micael da Silva informa que crianças de até três anos não devem consumir adoçantes, pois seus aparelhos digestivos não são preparados para consumir aditivos alimentares. Posterior a esse período, ele pode ser utilizado esporadicamente ou sob recomendação médica. Quanto ao período de gravidez, não há contraindicação no uso, mas este deve ser moderado. 

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