O Japão é um dos países mais desenvolvidos do mundo, afirma Rafael Libman, viajante assíduo e apaixonado por conhecer novos lugares. O país possui uma forte tendência ao desenvolvimento e ao avanço da tecnologia, fazendo com que seja um dos países que possuem a área tecnológica como norte.

Além disso, o país também possui ótimos índices de desenvolvimento, os indicativos mostram a alta taxa de alfabetização, bem como a baixa taxa de mortalidade, contudo há também uma baixa taxa de natalidade, o que faz com que o país seja um país de maioria idosa. Esses dados refletem uma certa mudança de paradigmas na sociedade japonesa.

Apesar de todos esses avanços, vantagens, o Japão está entre os países que há mais taxas de suicídio no mundo. A cultura japonesa sempre foi muito disciplinada, baseada em princípios de honra e sucesso, por vezes, faz com que os jovens se sintam pressionados. Um exemplo claro de honra são os kamikazes japoneses na Segunda Guerra Mundial, afirma Rafael Libman sobre a cultura do Japão, eles preferiam morrer em combate a morrer através do inimigo.

A cobrança em relação ao trabalho no Japão é muito alta, o ingresso em faculdades também, além de outras pressões presentes na sociedade, juntando isso aos princípios da cultura japonesa, há uma população disciplinada e com o medo terrível de fracassar. 

Uma forma comum de cometer suicídio no país é se jogar sobre os trilhos do trem. Vale ressaltar que os trens no Japão são um dos mais pontuais do mundo e, quando atrasa, as pessoas costumam imaginar que a causa é um possível suicídio. É irreal imaginar que isso seja comum, ressalta Rafael Libman, “precisamos ter zelo pela nossa saúde mental, procurar ajuda sempre que possível.”

Além disso, há uma floresta no Japão, conhecida como Aokigahara, é uma floresta densa, sem a presença de animais, sendo assim, muito silenciosa. É palco para cenários de terror, pois é conhecida por ser uma floresta de suicídios. É preciso consultar

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