Agricultura resiliente é a resposta do Governo de São Paulo para os desafios impostos pelas mudanças climáticas, que ameaçam a produtividade no campo. Em 17 de março de 2025, a Secretaria de Agricultura e Abastecimento anunciou novas medidas, como o desenvolvimento de cultivares adaptadas e a ampliação de linhas de crédito para irrigação, visando proteger os produtores rurais. Agricultura resiliente ganhou destaque com o lançamento de variedades de feijão e arroz resistentes a secas e pragas, resultado de parcerias com a Embrapa e o Instituto Agronômico (IAC). Essas ações buscam garantir a segurança alimentar em um cenário de estiagens severas e temperaturas extremas. Agricultura resiliente é mais do que uma estratégia; é uma necessidade para manter São Paulo como líder no agronegócio brasileiro. O foco está em sustentabilidade e adaptação para o futuro.
O investimento em agricultura resiliente reflete a urgência de enfrentar os impactos climáticos que afetaram o estado em 2024, como os incêndios rurais que causaram prejuízos de R$ 2 bilhões. Para mitigar esses efeitos, o governo destinou R$ 225 milhões em crédito via Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (Feap), incluindo R$ 25 milhões específicos para sistemas de irrigação. Agricultura resiliente se fortalece com essas linhas, que oferecem condições especiais, como juros de 3% ao ano e carência de até dois anos, incentivando a adoção de tecnologias que economizam água. A meta é dobrar as áreas irrigadas até 2030, saindo dos atuais 6% para 15%. Agricultura resiliente em São Paulo é um plano ambicioso que combina inovação e apoio financeiro. Assim, os produtores podem enfrentar adversidades com mais segurança.
As novas cultivares são um pilar essencial da agricultura resiliente, projetadas para prosperar em condições adversas. A Embrapa apresentou variedades como o feijão BRS FP403, com alta produtividade mesmo em períodos de seca, e o arroz BRS A501 CL, resistente a pragas e adaptado a climas instáveis. Agricultura resiliente ganha força com essas sementes, que foram distribuídas gratuitamente a agricultores familiares em um evento no Palácio dos Bandeirantes. O IAC também contribuiu com pesquisas que aceleram o desenvolvimento de plantas mais robustas, reduzindo a dependência de chuvas regulares. Agricultura resiliente é o caminho para manter a competitividade do agro paulista, especialmente em um estado que responde por 18,6% das exportações agrícolas do país. Essas inovações são um escudo contra a imprevisibilidade do clima.
A irrigação, outro foco da agricultura resiliente, é vista como solução para os períodos de estiagem que têm castigado São Paulo. O governo firmou parcerias internacionais, como com a Universidade de Nebraska-Lincoln, para trazer tecnologias avançadas ao campo paulista. Agricultura resiliente avança com sistemas que otimizam o uso da água, como a irrigação por gotejamento, já testada com sucesso em cidades como Holambra. Os R$ 25 milhões liberados pelo Feap permitem que pequenos e médios produtores invistam em equipamentos modernos, aumentando a eficiência hídrica. Agricultura resiliente transforma a vulnerabilidade em oportunidade, preparando o solo para safras mais estáveis. O plano estadual prevê assistência técnica para garantir a implementação correta dessas soluções.
Agricultura resiliente também se destaca pelo apoio às mulheres do campo, um grupo essencial no agro paulista. O programa Mulher Agro SP, com R$ 12 milhões em crédito, foi ampliado para atender a crescente demanda, beneficiando mais de 400 produtoras em 2024. Agricultura resiliente ganha um rosto feminino com iniciativas que financiam desde o cultivo de hortaliças até a instalação de sistemas de irrigação em pequenas propriedades. Essas mulheres, muitas vezes sem acesso a garantias tradicionais, encontram no Feap uma chance de prosperar em meio às mudanças climáticas. Agricultura resiliente é inclusiva, reconhecendo o papel delas na construção de um setor mais forte. O sucesso do programa mostra que a resiliência no campo passa por empoderamento e inovação.
A adaptação às mudanças climáticas na agricultura resiliente inclui ainda a transição energética, com projetos como biodigestores e integração lavoura-pecuária-energia (ILPE). Essas iniciativas reduzem a emissão de gases de efeito estufa e aumentam a sustentabilidade das propriedades rurais. Agricultura resiliente em São Paulo avança com a modernização do Protocolo Etanol Mais Verde, que incentiva usinas a adotarem práticas ecológicas. Os biodigestores, por exemplo, transformam resíduos em energia, beneficiando produtores de leite e grãos. Agricultura resiliente é um modelo que olha para o futuro, equilibrando produtividade e preservação ambiental. Essas ações posicionam o estado como referência em agricultura de baixo carbono no Brasil.
Os desafios climáticos exigem que a agricultura resiliente seja mais do que uma resposta emergencial; ela precisa ser uma transformação permanente. Após as perdas de 2024, o maior seguro rural da história do estado, com R$ 100 milhões, foi ativado para proteger os produtores contra secas e incêndios. Agricultura resiliente se fortalece com essa rede de proteção, que agora cobre mais culturas e regiões. A Secretaria de Agricultura planeja expandir o seguro nos próximos anos, integrando-o às estratégias de irrigação e cultivares resistentes. Agricultura resiliente é a garantia de que o campo paulista não apenas sobreviva, mas prospere diante das adversidades. Esse esforço conjunto é essencial para manter o agro como motor da economia estadual.
Por fim, agricultura resiliente em São Paulo é um compromisso com o presente e o futuro do agronegócio. Com R$ 490 milhões investidos em crédito nos últimos dois anos, novos cultivares e foco na irrigação, o estado está pavimentando o caminho para uma produção agrícola mais segura e sustentável. Agricultura resiliente une tecnologia, financiamento e inclusão para enfrentar as mudanças climáticas de cabeça erguida. O sucesso dessas medidas pode inspirar outras regiões do Brasil a adotarem práticas semelhantes, fortalecendo o país como potência agrícola global. Agricultura resiliente é a prova de que, mesmo em tempos incertos, o campo paulista sabe se reinventar. Campo Grande, agora, olha para o horizonte com confiança renovada.
Autor: Ayla Pavlova
Fonte: Assessoria de Comunicação da Saftec Digital